Política

“Sou contra novos mandatos de candidatos ficha suja”, disse o deputado Federal Eli Borges

O deputado federal Eli Borges, do Solidariedade, em sessão da Câmara desta terça-feira, 29, ressaltou sua posição quanto ao Projeto Complementar (PLP) 9/2021, que torna elegível o administrador público que teve contas rejeitadas por irregularidade grave, considerada dolosa, mas que apenas recebeu a pena de multa. Eli diz não. 

A Lei das Inelegibilidades impede a candidatura de quem teve as contas definitivamente rejeitadas por irregularidade insanável em ato considerado doloso (como desvio de recursos públicos). Em situações assim, a pessoa torna-se inelegível por oito anos.

“Votei contra a liberação de candidatos ‘ficha suja’ para a busca de futuros mandatos”, ressaltou o deputado.  

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Conforme Eli Borges, sua posição contra se baseia na facilidade para cometer mais delitos e continuar elegível. “ É como se fosse um prêmio, ou um incentivo para que pessoas não observem normas que são interessantes no processo como estava inscrito na Lei”, argumenta. 

“Eu quero compreender que o Brasil precisa estimular as boas práticas do gestor público”, diz. 

 

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