Policial

Facção que atuava no Tocantins e no Goiás é presa por tráfico de armas e drogas 

Imagens feitas do Helicóptero – Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil durante um período tem cumprido alguns mandatos de prisão e apreensão, até o momento foram  11 prisões preventivas, e outras 11 ordens de busca e apreensão nos municípios do Tocantins e no Estado do Goiás. A operação em massa foi batizada como “Primeira Capital”. 

Caso

Os alvos são os cabeças de uma facção criminosa que liga os crimes de homicídios e roubo, além de tráfico de drogas. Os mandatos foram enviados e abrangem as cidades de Miracema, Tocantínia, Palmas, Gurupi, São Félix do Tocantins e também nos presídios de Palmas e Miracema do Tocantins. Em Goiás, abrange os presídios de Trindade, em Goiânia, e no complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia, com apoio da polícia local.

As operações são coordenadas pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Deic) de Palmas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a facção estava cometendo uma série de atividades violentas,  que tinham como objetivo garantir a execução do tráfico de drogas.

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O caso iniciou em 2019, levando as investigações apontarem que a principal fonte de abastecimento de drogas vinha de um outro grupo localizado no estado de Goiás. 

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Rastreio 

No decorrer das investigações, foi identificado movimentações de cargas que saíam do Goiás até o Tocantins, traçando uma rota que precisava terceirizar os serviços de transportes, procurando criminosos que possuíssem caminhões  com fundo falso.

Além do manuseio de drogas, a Polícia Civil identificou a existência de um paiol de armas usado pela facção. As armas eram usadas pelos membros do grupo que podiam retirar qualquer armamento de fogo por meio de uma ficha cadastral. Dentro do Grupo foi combinado que no caso de apreensão pela Polícia o integrante ficaria responsável por indenizar toda a facção. 

A facção tinha regras que seguiam uma linha parental. Caso um membro  fosse preso, parentes como as mães e esposas eram obrigadas a assumir a venda de drogas ou dar condições para que as funções dos filhos e maridos continuassem sendo exercidas.

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