Política

Carlesse e o oxigênio: Tocantins manteve continuidade no abastecimento de oxigênio na pandemia

Foto: Reprodução

Em 26 de maio, o Governador Mauro Carlesse recebeu a notícia da convocação na CPI da Pandemia no Senado Federal, em Brasília (DF). No dia seguinte, Carlesse publicou um vídeo dizendo, além do motivo da convocação, que o Tocantins nunca passou por falta de oxigênio. Nesta sexta-feira, 04, o governo do Estado publicou um balanço mostrando como funciona o abastecimento. 

Em fala, Carlesse afirmou que o Tocantins é o único Estado que não teve uma crise durante a pandemia.  “O Tocantins é o único Estado que nunca passou, nunca teve uma crise, nunca teve uma falta de oxigênio, nunca teve a falta de material que pudesse atrapalhar a vida ou dessa forma não atender a população”, diz. 

Conforme o governo, diferente de outros Estados, o Tocantins manteve uma continuidade no abastecimento medicinal durante a pandemia. Cerca de 2.009.880 m³/ano de gases foram contratados por ano. Em 2020, no período pandêmico, o consumo não atingiu 50% de m³ do total contratado. Esse abastecimento vem na forma de tanques criogênicos e cilindros portáteis. 

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O abastecimento funciona da seguinte forma: existem catorze unidades hospitalares do Estado que possuem tanques criogênicos para acondicionamento do oxigênio líquido. Os tanques possuem medições que são monitoradas por satélites, por meio do sistema de telemetria. 

As empresas contratadas para monitorar o nível do tanque, enviam o resultado da análise para o setor de logística, que providencia o abastecimento antes que atinja uma quantidade crítica. 

No entanto, quatro hospitais não possuem tanques criogênicos, e optam por cilindros portáteis. O Tocantins solicitou 25 cilindros de 10  m³ em cada uma das unidades hospitalares que não possuíssem tanque criogênico, já prevendo o possível aumento do consumo de oxigênio.

Conforme o estado, as rotas para o abastecimento do oxigênio são pré-definidas e com cronograma rigoroso a ser seguido pela empresa responsável. Os técnicos da Secretaria de Saúde fiscalizam tudo e, caso seja observado um aumento na demanda de urgência de determinada região, a empresa é imediatamente acionada e tem um prazo de 24 horas para atender à solicitação.

Carlesse

O governador Carlesse foi chamado para depor a partir do requerimento, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania – SE), que leva em conta a Operação “Personales” da Polícia Federal, que investigou supostos contratos de superfaturamento para aquisição de máscaras de proteção facial.

Foto: Ministério da Saúde

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