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Mulher engravida do amante para se vingar de marido e aborto lhe trouxe depressão

Após dois abortos, ela se reencontrou na vida

Mulher engravida do amante para se vingar de marido e aborto lhe trouxe depressão
Mulher engravida do amante para se vingar de marido e aborto lhe trouxe depressão

Quem via Chandra Jarrett, não percebia, que ela tinha um sofrimento interno de ter feito dois abortos.Em uma entrevista concedida ao programa “Prayer Link”, do canal internacional CBN News, a mulher falou a respeito do primeiro filho, que fez o aborto com raiva do esposo porque tinha descoberto uma traição dele. Ela revoltada havia engravidado do amante para se vingar do esposo.

“E o pensamento de ter outro filho pelo outro homem, eu conhecia a Palavra, eu cresci na igreja, mas eu não conseguia lidar com o peso de ter esse filho entrando nesse relacionamento complicado. E assim, por semanas eu ponderei e chorei. E antes que eu soubesse, o tempo tinha passado e eu tinha quase 20 semanas”, disse Chandra que decidiu interromper a gravidez.

Logo após Dois anos, ela realizou o segundo aborto, mas a repetição dessa atitude lhe trouxe grande dor. “Nos primeiros dois anos chorei muito”, declarou. Jarrett foi designada para um profissional de terapia, porém não estava a vontade para detalhar o que fez, ninguém de seus familiares não tinham o conhecimento do que havia abortado.

“Ficava doente a cada quatro ou seis semanas”, afirmou chandra que só ficou  melhor depois que foi convidada a participar de um grupo de estudos bíblicos, concentrado em quem já passou por esse tipo de problema.

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“O Espírito Santo começou a mexer em mim sobre o meu aborto em 2010”, falou a mulher. “Eu nem sabia que existiam (estudos bíblicos para mulheres que abortaram). Entrei naquela aula em 8 de novembro de 2010, e naquela noite enquanto estava sentada lá, o Espírito Santo me disse: ‘Há três coisas associadas ao seu aborto: sua doença, seu choro e sua depressão’”, fez lembrança.

Foi exatamente naquela noite que ela começou a ser curada. Logo após aquele dia, os efeitos que sentia como vômitos, diarreia e dores de cabeça acabaram.

“Eu não conseguia funcionar… não podia ir trabalhar. Eu não podia cuidar do meu filho. Foi um trauma. Meu corpo ficou realmente traumatizado pela experiência do meu aborto”, relatou.

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