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SEMUS “nega falta de oxigênio” que supostamente causou a morte de jornalista, e critica divulgação de prontuário médico de paciente

A Secretaria Municipal de Saúde de Palmas-SEMUS, emitiu uma nota na tarde deste sábado, 13, em que nega as acusações de vereadores de Palmas que, existiu algum tipo de falta de oxigênio na UPA-SUL, que levou a morte do Músico e Jornalista Nilo Alves.

NOTA DA SEMUS

A Secretaria Municipal da Saúde de Palmas (Semus) informa que o paciente Marcionilo Alvez Silva (Nilo Alves) deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento Sul (UPA Sul) no dia 08 deste mês, com sintomas moderados da Covid-19.

No mesmo dia, diante da evolução dos sintomas e a necessidade do paciente receber suporte mais avançado, a pasta o inseriu no Sistema Estadual de Regulação (SER-TO), porém o paciente veio a óbito antes que houvesse a liberação de uma vaga de leito no sistema.

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Cabe destacar que em nenhum momento o paciente ficou desassistido pela equipe médica e que recebeu oxigênio adequado para o seu caso. A Semus abrirá sindicância interna e registrará boletim de ocorrência junto à polícia, para apurar a divulgação de prontuário médico de paciente, uma vez que trata-se de crime previsto em lei, passível de responsabilização.

Entenda

O vereador Sargento Júnior Brasão (PSB), juntamente com os vereadores Moisemar Marinho (PDT) e a presidente da Câmara de Palmas, Janad Valcari, estiveram na manhã deste sábado, 13, na delegacia da polícia civil, onde registraram um Boletim, após receberem uma grave denúncia sobre a morte do músico e Jornalista Nilo Alves.

Os dados preliminares apontam que a causa da morte foi a falta de oxigênio, o vereador Sargento Júnior Brasão apresentou o relatório dos procedimentos médicos que foram realizados durante internação do paciente na Unidade de Pronto Atendimento – UPA da região sul de Palmas.

O relatório, foi assinado por alguns médicos que trabalham na Unidade, denuncia que Nilo Alves, foi vítima de suposta negligência.

De acordo com o relatório o cantor e jornalista sofreu três Paradas Cardiorrespiratória. Após um fisioterapeuta ter decidido extubar o paciente sem autorização do médico responsável, sob a alegação de que o Cuff (Aparelho utilizado na ventilação mecânica invasiva) estaria perfurado.

O documento com o relato dos profissionais de saúde confirmam a falta de oxigênio, a indisponibilidade de Unidades de Terapia Intensiva e a lotação de pacientes com Covid-19, que aguardam entubados por uma vaga. “Esta unidade não é uma Unidade de Terapia Intensiva, apresenta leitos limitados, já havia sido solicitado leito clínico para o paciente, mas devido às interferências, não tivemos tempo para troca de leito UTI nesta manhã”. Finalizou o relatório médico.

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